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29.7.13

Robin Cook


Senti necessidade de fazer uma pausa no Filha da Fortuna porque já andava a lê-lo há meses e estava a cansar-me, de qualquer das formas hei-de acabá-lo, já vai para lá de meio. Entretanto, por insistência de outras pessoas, comecei a ler o Cura Fatal de Robin Cook e só posso dizer que estou a adorar, o livro é brutal! Acho que este escritor vai ficar no top dos preferidos. De seguida, quero ler o Cocaína que, segundo dizem, é dos melhores dele!

See you*

19.2.13

das últimas novidades

Este fim de semana passou a voar nem dei pelo tempo passar... aproveito, agora, para contar as novidades dos últimos dias.











Houve festarola cá em casa para comemorar os anos do namorado e quando há crianças já se sabe que os parabéns são sempre uma altura delirante. 

No fim de semana fiz um hamburguer delicioso, yammi!

Meti-me (novamente!) no ginásio, até agora está a correr muito bem, estou a gostar imenso das aulas (até agora só tinha feito 'máquinas'), no fim de semana doía-me tudo, nem me consiga rir sem parecer uma aleijadinha!

Vi o filme "The impossible" é simplesmente lindo, adorei, é angustiante e arranca-nos não só lágrimas de tristeza, mas também de alegria e o que mais me toca é pensar que a história daquele filme é mesmo real. É nestes acontecimentos trágicos que percebemos que somos uns verdadeiros "bonecos" nas mãos da natureza!

Comecei a ler há pouquíssimo tempo "A filha da fortuna" de Isabel Allende e, apesar de só ter lido meia duzia de páginas, já estou a adorar. Já tinha lido "A casa dos espíritos" e a escrita desta senhora é mágica, adoro as suas histórias!


See you*

18.11.12

as últimas novidades






Bem este filme, TED, até pode não ter uma grande história, mas eu achei um máximo o filme, além de o urso ser super fofo e expressivo (só apetece agarrá-lo) o filme fez-me soltar umas quantas (muitas!) gargalhadas, gostei imenso! Acho que se passa um bom tempo a vê-lo...




How i met your mother, sim eu sei que "toda" a gente já vê esta série, nós só agora é que começamos (já viram a quantidade de temporadas que ainda temos para ver?!) e estou a adorar, é muita boa!


O título do livro podia ser bem mais curto, mas o que interessa é que estou a gostar imenso, a história é super empolgante e tal como o primeiro filme "Os homens que odeiam as mulheres" (eu não li o livro!!) prende-nos desde o início. Esta é a minha nova companhia e estou a gostar bastante.

See you*

10.8.12

dos livros

Comprei há montes de tempo este livro numa promoção qualquer no Continente se não estou em erro.. no outro dia decidi começar a ler, não gostei mesmo nada! A escrita é péssima (penso que a culpa seja da tradução, não sei), estavam constantemente a dizer "Está tudo OK" "Ela está OK" "Estou OK" que nervos!! A história não empolga nada, é do início ao fim sempre a mesma coisa, a única parte engraçada da história (e penso que seja a moral da mesma) é ver como um rapazinho de 12 anos envergonhado e gozado por todos na escola consegue influenciar a vida dum homem de 30 e tal, todo espevitado e garanhão.

Agora comecei a ler este, vai ser pesado porque para mim romances históricos é sempre mais complicado, mas acho que vou gostar muito!

7.6.12

Um dia...

Leio o "Amor de Perdição", hoje não é o dia! Há uns tempos comecei a ler, mas ao fim da 2ª página pensei "isto não é para mim", aquela linguagem dos séculos passados faz-me confusão. Por aí, alguém leu e gostou
?

29.3.12

livros

Acabei de ler a "Filha do Capitão" do José Rodrigues dos Santos, já estava a lê-lo há montes de tempo... Está muito bem escrito, retrata uma época da nossa história super bem, mas ... não gostei! é super, super descritivo e só fala, praticamente, da guerra e visto eu não gostar nada desse assunto, cansou-me imenso. Agora bora lá começar a ler outro.

Aproveito para vos desejar já um óptimo fim-de-semana, pois amanhã vou novamente para a 'nossa' casinha de pedra, mas desta vez com o resto da famelga atrás ;) ***

9.1.12

deixa-te ir por ai, que vais bem.

"É sabido que os nossos pensamentos, tanto os da inquietação como os do contentamento, e outros que nem são disto nem daquilo, acabam, mais tarde ou mais cedo, por cansar-se e aborrecer-se de si mesmos, é só questão de dar tempo ao tempo, é só deixá-los entregues ao preguiçoso devanear que lhes veio da natureza, não lançar na fogueira nenhuma reflexão nova, irritante ou polémica, ter, sobretudo, o supremo cuidado de não intervir de cada vez que diante de um pensamento já por si disposto a distrair-se se apresente uma bifurcação atractiva, um ramal, uma linha de desvio. Ou intervir, sim, mas para o impelir com delicadeza pelas costas, principalmente se é daqueles que incomodam, como se estivéssemos a aconselhá-lo, Deixa-te ir por aí, que vais bem."

José Saramago, Todos os Nomes

28.10.11

Eu quero... #2


Ler:
- O triunfo dos Porcos de George Orwell;
- Ensaio sobre a Cegueira de José Saramago;
- Anjo Branco de José Rodrigues dos Santos;
- A Filha do Capitão de José Rodrigues dos Santos;
- O Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley; 
- O Lado Selvagem de Jon Krakauer;
- As Velas Ardem até ao Fim de Sándor Márai;
- A Cidade e as Serras de Eça de Queirós;
- Jesusalém de Mia Couto;
- O Pintor das Sombras de Esteban Martín.

Isto é terrível, mas agora que tenho imenso tempo livre deu-me para viciar em séries (até então nunca tinha seguido nenhuma série a não ser com o meu namorado.), ou seja os livros só acabo por lê-los quando ando de comboio, não pode ser!!!

E vocês o que andam a ler? Sugestões?

See you*

11.10.11

Vou-te "desamigar" edazima

Por Sérgio Soares, publicado em 8 Out 2011 - 03:00




"Edazima! Não é gralha. Leia ao contrário (Amizade). Muitas vezes, para não dizer quase sempre, não atribuímos o devido valor às amizades e aos nossos amigos(as). Damos as pessoas e as coisas por garantidas, não questionamos, não avaliamos as amizades e catalogamos os amigos sob o mesmo rótulo. Amigos verdadeiros, amigos de ocasião, amigos da onça, amigos de Peniche, amigos do FaceBook (onde alguns coleccionam largas centenas de “amigos”). Hoje em dia, todos são nossos “amigos”, por grosso e atacado.
No Pequeno Príncipe, Antoine de Saint--Exupéry diz: “Tu tornas-te eternamente responsável por aquilo que cativas.” Não se fazem amigos impunemente. Isso descobre-se tardiamente, com toda a crueza, em circunstâncias trágicas.E no entanto, com a velocidade da vida moderna, com as dificuldades associadas ao viver nas grandes cidades, vamos deixando de cultivar os amigos. Os verdadeiros. Optamos por fazer amigos virtuais nas redes sociais. É mais fácil e cómodo. Até os podemos remover cirurgicamente, sem eles saberem. Esses amigos podem ser “desamigados”, sem os dramas associados a qualquer corte de relação interpessoal.Confúcio terá escrito que devemos ir amiúde a casa dos nossos amigos para não deixarmos que a erva cresça no caminho e obstrua a nossa ligação.Sabemos, quando algo de mau acontece abruptamente, que um verdadeiro amigo só se conhece na escassez, porque na abundância a quantidade de “amigos” floresce e ficamos extasiados com tal profusão de aduladores.Os chineses têm provérbios milenares sobre tudo e também sobre amizade. “Muitas vezes, não temos tempo para dedicar aos amigos, mas para os inimigos temos todo o tempo do mundo!” Quem não se reconhece pontualmente na afirmação?Numa época conturbada de crise económica e social profunda, algumas pessoas tendem a agir, na chamada luta pela “sobrevivência”, guiadas apenas pelo egoísmo. Mas como a actual crise é também de valores, e ultrapassa os problemas económicos e sociais, já nada é sagrado. A amizade, último reduto das relações humanas, transforma-se em mera ”commodity”, simples bem transaccionável, como tantos outros. Esses “amigos” são, alegadamente, importantes no frenesim diário, para utilização em troca de favores e “cunhas”, dependendo da importância e das funções exercidas. Mas não é deste tipo de “amizade” que me vou ocupar. A minha reflexão – inconsequente - é sobre a verdadeira amizade. Ou melhor, sobre a perda de amigos em circunstâncias trágicas e repentinas, porque nunca estamos preparados para lidar com a morte, muito menos dos que nos são muito chegados.Naturalmente, ao longo da vida, tive vários amigos. Muitos perderam-se pela distância geográfica, espalhados por diferentes continentes, e pela rarefacção de contactos. Outros conservam-se eternos, estejam onde estiverem. No reencontro, a sensação é a de que nos separámos no dia anterior.Um desses amigos enviou-me há dias uma mensagem onde se lia: “As amizades são como as mamas! Há as grandes, as médias, as pequenas e as falsas!”Entre os amigos que fiz há dois grupos, cada um composto por três elementos, que me tem acompanhado há dezenas de anos. Embora em ambos os grupos todos os elementos se conheçam e estimem, esses amigos não tem relações de amizade profunda entre si. Sou o único traço de união. Portanto, contas feitas, no total tenho quatro grandes amigos. Corrijo, tinha. Um partiu e deixou--nos vazios e incompletos.Menciono-o para sublinhar que, mesmo entre grandes amigos, há subtis graduações de amizade, digamos assim. Gostamos mais de uns por isto e de outros por aquilo, mas não abrimos mão de nenhum. Os amigos completam-nos.Constato também que, entre grandes amigos, raramente o convívio é alimentado por conversas pretensamente sérias ou eruditas. Pelo menos durante muito tempo. Em geral, não os encontros de velhos amigos, o nonsense e a parvoíce dominam, porque, como escreveu George Santayana, “o nonsense só é tão bom porque o senso comum é tão limitado”.Os amigos são a planície onde nos esparramamos deliciados, livres e sem receio de julgamentos de carácter precipitados. Com um amigo podemos sentar-nos em silêncio, bebericar e fumar, sem dizer palavra. “Está-se bem!”, como se diz por aí. É o que faço por vezes, sozinho, num bar qualquer, com o meu amigo Rui sentado em frente, sempre presente."

Concordo plenamente, o facebook ilude-nos, achamos que estamos sempre em contacto com os nossos amigos, mas não, não estamos. Com o passar do tempo começamos a fazer a distinção entre dois tipos de amizades: as amizades que com o tempo se foram apagando e as amizades que, apesar de meses, anos, continuam intactas.  As amizades que, apesar do tempo, prevalecem, como refere o autor No reencontro, a sensação é a de que nos separámos no dia anterior. Para mim esse é um dos aspectos que difere uma Amizade de uma "amizade" esse, e o silêncio que quando existe não se torna constrangedor.

É triste sentir que algumas amizades se calhar não são tão amizades como idealizávamos há anos, mas o que importa é as verdadeiras amizades, essas existirão SEMPRE.

P.S - Encontrei este jornal por acaso na estação de comboios e foi por acaso que o comecei a desfolhar, gostei imenso, tem autores muito interessantes e a escrita é super acessível.